O caminho para o inferno é todo calçado com campanhas bem-intencionadas. Aquelas que partiram de um pensamento estratégico original, de um posicionamento inteligente, mas que falharam em traduzir tudo isso numa linguagem capaz de sensibilizar e emocionar o consumidor.
O planejamento e a criação não são duas áreas isoladas e estanques, mas partes de um mesmo processo: o que dizer e como dizer. Portanto, se o planejamento é realmente bom, a campanha final também deve ser.
Um é a extensão natural do outro, um é quase a resposta do outro.
É assim que trabalhamos por aqui: não veiculamos o powerpoint. Não produzimos comerciais que são praticamente a estratégia de posicionamento, ipsis litteris. Entendemos que a campanha deve não apenas dizer exatamente o que consta do planejamento, mas dizê-lo de uma forma inusitada, atraente, impactante, envolvente. Resumindo: de uma forma que não pareça um plano de marketing. É neste ponto, na passagem eficiente do estratégico para o tático, da matriz de posicionamento para as ações do dia-a-dia, da lógica para a mágica, que está todo o segredo de uma comunicação relevante.